C H Ã O
O chão me observa em silêncio,
como quem sabe demais,
me observa como se eu fosse
uma folha seca pronta pra voar no vento.
Mas eu não sou apenas fragilidade,
sou raiz que se desprende,
sou memória que insiste,
sou corpo que aprende a ser leve.
O vento me chama com urgência,
o chão me prende com lembranças,
e eu caminho nesse intervalo
entre o peso e a liberdade.
Talvez o chão saiba
que não há eternidade nos passos,
apenas voos adiados
na espera de um sopro certo.
como quem sabe demais,
me observa como se eu fosse
uma folha seca pronta pra voar no vento.
Mas eu não sou apenas fragilidade,
sou raiz que se desprende,
sou memória que insiste,
sou corpo que aprende a ser leve.
O vento me chama com urgência,
o chão me prende com lembranças,
e eu caminho nesse intervalo
entre o peso e a liberdade.
Talvez o chão saiba
que não há eternidade nos passos,
apenas voos adiados
na espera de um sopro certo.
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