O respeito a si mesmo, muitas vezes se perde no vÃnculo com o outro! A gente está muito acostumado a se perder quando a gente se apaixona por alguém, quando a gente se relaciona. E muitas vezes eu vivi isso, passei por essa condição de acabar me esquecendo de quem eu era, muitas vezes esquecendo como me elaborar, como me apresentar pra uma pessoa. Eu sempre me enxergava tentando parecer o que a pessoa queria que eu fosse, me encaixar nas expectativas, nos moldes e trejeitos dela, tentar parecer ser exatamente o que ela espera de alguém, mas depois de um tempo e algumas relações a gente se dá conta de que a única coisa que eu tenho que esperar não tem nada haver com a validação ou aceitação do outro, ou quem ele quer que eu seja, mas estas buscas tem que partir de mim, é o que eu gosto em mim, é o que eu amo em mim que mais importa e muitas vezes a gente deixa de se amar nisso, entende? A gente começa a deixar de se gostar, a não se encantar mais com a nossa verdade como individuo, a gente começa a temer, a gente começa a esconder o que a gente fala e pensa, a esconder nossa visão de vida e mundo, esconder quem a gente é! E eu acho que depois de muitos estudos, e com as vivências pessoais, e a vontade de procurar me evoluir, e até Sartre fala muito disso, que ser autêntico, não é um ato de cuidado, é um ato de amor, é um ato de respeitar a si mesmo e conhecer quem é você de verdade, mesmo diante da relação com o outro, tipo é impossÃvel ser associais, né? É impossÃvel não se adaptar, mas será que se adaptar extremamente é bom? De alguma forma, a gente tem que se inserir dentro do nosso próprio topo-pedestal também. Isso não é egoÃsmo, é amor, e amar a si mesmo é amar ao outro.
— .(Escrito dia 20/02/2026, às 21:02).


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