Escrevendo Páginas de Mim
Na calma da noite, quando tudo silencia,
A madrugada me chama pra me traduzir.
Com a alma desperta e a mente vazia,
Começo a escrever o que insiste em surgir.
As estrelas espiam meu traço incerto,
Enquanto rabisco o que mora em mim.
Cada palavra me deixa mais perto
Do que sou, do que fui, do que há por fim.
Não há lamento, só descoberta,
Em cada verso que ouso criar.
A madrugada é minha porta aberta
Pra tudo que ainda quero contar.
E sigo, página após página,
Como quem navega sem mapa ou fim.
Pois há beleza na rota mágica
De escrever, enfim, as páginas de mim.
A madrugada me chama pra me traduzir.
Com a alma desperta e a mente vazia,
Começo a escrever o que insiste em surgir.
As estrelas espiam meu traço incerto,
Enquanto rabisco o que mora em mim.
Cada palavra me deixa mais perto
Do que sou, do que fui, do que há por fim.
Não há lamento, só descoberta,
Em cada verso que ouso criar.
A madrugada é minha porta aberta
Pra tudo que ainda quero contar.
E sigo, página após página,
Como quem navega sem mapa ou fim.
Pois há beleza na rota mágica
De escrever, enfim, as páginas de mim.



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