Um mergulho no silêncio
Na borda do mundo, há um silêncio que grita,
Um sopro morno que a alma visita.
Não tem cor, não tem rosto, não tem direção,
Mas invade o peito como uma canção.
Seu perfume é bruma, seu gosto é segredo,
Quem prova se perde, quem vê sente medo.
Ela não se mostra, mas tudo revela,
É sombra que dança, é luz que se vela.
Não vem em garrafa, nem em xÃcara clara,
Mas ferve no tempo, onde o mistério dispara.
É um eco que vive no sopro do vento,
A neblina que cobre aquilo que não vemos.
Um sopro morno que a alma visita.
Não tem cor, não tem rosto, não tem direção,
Mas invade o peito como uma canção.
Seu perfume é bruma, seu gosto é segredo,
Quem prova se perde, quem vê sente medo.
Ela não se mostra, mas tudo revela,
É sombra que dança, é luz que se vela.
Não vem em garrafa, nem em xÃcara clara,
Mas ferve no tempo, onde o mistério dispara.
É um eco que vive no sopro do vento,
A neblina que cobre aquilo que não vemos.



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